Tuesday, 25 de August de 2026

Em tempos de excesso de informação, por que o jornal ainda importa para as marcas?

Credibilidade, atenção e proximidade com diferentes perfis de leitores mantêm o meio relevante — da construção de reputação à geração de negócios.
Em tempos de excesso de informação, por que o jornal ainda importa para as marcas?

Todos os dias, milhares de mensagens disputam alguns segundos da atenção do consumidor. Nesse fluxo acelerado, alcançar muitas pessoas se tornou mais fácil. Ser lembrado e, principalmente, conquistar confiança, continua sendo um desafio.

É nesse cenário que o jornal preserva um papel estratégico. O meio oferece algo cada vez mais valioso para a comunicação: um espaço de leitura intencional, cercado por informação apurada e inserido na rotina de públicos que mantêm uma relação próxima com o veículo.

Essa combinação ajuda a explicar por que o papel segue relevante mesmo em uma jornada cada vez mais digital.


Quando o contexto também comunica

Um anúncio nunca é visto de forma isolada. O ambiente ao redor influencia a percepção sobre a mensagem e sobre quem a assina.

Nas redes sociais, conteúdos jornalísticos, opiniões, entretenimento e publicidade aparecem misturados em uma sequência contínua. No jornal, a experiência é diferente: há uma seleção editorial clara, assuntos organizados por interesse e mais tempo dedicado à leitura. Para o anunciante, isso representa a possibilidade de apresentar sua mensagem em um espaço associado à apuração, à responsabilidade e à permanência.

No Power of Print 2026, evento que discutiu a força da mídia impressa na construção de marcas, um dado chamou a atenção: 82% das pessoas confiam mais no que está impresso do que no que leem na internet, conforme conteúdo publicado pela Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner).

Confiança não produz apenas uma percepção positiva. Ela reduz inseguranças e ajuda o consumidor a avançar em decisões que exigem pesquisa, comparação ou um investimento maior.


Um meio, diferentes públicos

Falar sobre jornal não significa falar com uma audiência única. Cada publicação estabelece vínculos próprios com seus leitores, seus territórios e suas pautas. No portfólio do Grupo RBS, Zero Hora, Pioneiro e Diário Gaúcho cumprem funções complementares, e os três aparecem entre os 15 jornais de maior circulação diária do Brasil.

Zero Hora reúne uma audiência com forte presença nas classes AB e afinidade com temas como economia, negócios, política, patrimônio e comportamento. Esse perfil torna o veículo especialmente relevante para imóveis, veículos, investimentos, saúde, educação, turismo, arquitetura e outros produtos ou serviços de maior valor agregado. Com circulação diária de 131.238 exemplares (27.205 impressos e 104.033 digitais), ocupa o 3º lugar no ranking nacional, atrás apenas de O Globo e Valor Econômico.

O modelo de assinatura reforça essa qualificação. Quem paga para acessar informação estabelece uma relação recorrente com o conteúdo e demonstra disposição para investir em uma curadoria jornalística. Para as marcas, isso significa proximidade com leitores atentos e com potencial de compra. Não por acaso, há empreendimentos imobiliários que já registraram vendas originadas por anúncios publicados no jornal, um exemplo de como o impresso pode contribuir não só para reputação, mas também para a conversão de produtos high ticket.

Pioneiro, por sua vez, tem na proximidade regional um de seus principais diferenciais. O veículo acompanha o cotidiano de Caxias do Sul e da Serra, traduzindo acontecimentos locais e dando visibilidade às empresas e às pessoas que movimentam uma das regiões economicamente mais importantes do Estado. Com 8.110 exemplares por dia (3.891 impressos e 4.219 digitais), aparece na 15ª posição entre os jornais de maior circulação do país. Para quem deseja fortalecer presença na Serra, essa relação com o território acrescenta consistência à comunicação.

Já o Diário Gaúcho mantém uma conexão direta com o cotidiano da Região Metropolitana. Serviço, emprego, consumo, direitos, segurança, histórias de vida e oportunidades fazem parte de uma abordagem acessível e próxima. Com 30.053 exemplares impressos por dia, o jornal ocupa a 7ª colocação nacional, superando no impresso, a circulação diária de Zero Hora. Essa presença abre espaço para marcas que precisam conversar com uma audiência ampla e popular, usando uma linguagem objetiva e ligada às necessidades reais do dia a dia.

Os três jornais compartilham a credibilidade do jornalismo profissional, mas não entregam a mesma audiência. É justamente essa diversidade que permite escolher o contexto mais coerente com cada objetivo, região e perfil de consumidor.


Da construção de marca à venda

O valor do jornal costuma aparecer com mais força em quatro frentes.

Imagem Grupo RBS

Essa última etapa tornou o impresso mais mensurável. Com um QR Code, o anúncio pode conduzir a uma página com detalhes, imagens, simulações, condições comerciais ou formulário de contato. Links diferentes em cada publicação, edição ou coluna permitem identificar a origem dos acessos e acompanhar resultados.

Em Zero Hora, por exemplo, inserções próximas à coluna de Giane Guerra podem dialogar com leitores interessados em economia, empresas e patrimônio. No Pioneiro, a estratégia pode explorar o vínculo com a Serra. No Diário Gaúcho, ofertas e serviços ganham força quando respondem a demandas concretas da audiência.


O papel do jornal em uma estratégia integrada

O impresso não precisa substituir o digital para comprovar seu valor. Os dois canais podem cumprir funções diferentes ao longo da mesma jornada.

O jornal oferece presença, contexto e credibilidade. A página digital permite aprofundar a mensagem, captar o interesse e medir a resposta. Quando planejamento, conteúdo e chamada para ação trabalham juntos, o papel deixa de ser um ponto isolado e passa a integrar uma experiência de comunicação mais completa.

Em um mercado obcecado por volume, talvez a pergunta mais útil já não seja apenas “quantas pessoas foram impactadas?”. Também é preciso entender quem recebeu a mensagem, em qual ambiente e com que disposição para confiar nela.


É aí que o jornal continua fazendo diferença.

 

Quer descobrir qual dos jornais do Grupo RBS conversa melhor com o público da sua marca? Conheça as possibilidades e encontre a estratégia mais adequada ao seu objetivo. 

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