A inteligência artificial generativa (Gen AI) se popularizou entre 2022 e 2023. Desde então, assume cada vez mais o papel de ferramenta de pesquisa, recomendação e tomada de decisão para os usuários. Um estudo da Adobe Study, por exemplo, aponta que, nos Estados Unidos, 77% das pessoas que acessam o famoso ChatGPT o utilizam como mecanismo de busca.
Na mesma sondagem, 36% dos entrevistados afirmaram ter descoberto um novo produto ou marca pelo chatbot de IA. Dados como esse revelam um novo desafio estratégico para as empresas: como aumentar as chances de ser citado, recomendado ou referenciado nas respostas das plataformas de IA generativa.
Como o ChatGPT constrói respostas?
O “conhecimento” da IA vem do chamado machine learning (ou aprendizado de máquina). Por meio da técnica, a ferramenta é treinada com um grande volume de dados derivados de livros, artigos, sites e outros conteúdos públicos e licenciados, aprendendo uma série de padrões de linguagem natural. Isso garante que a construção das respostas seja coerente e similar à maneira como as pessoas se comunicam.
Quando uma pergunta é feita, o resultado não vem de um banco de dados para consulta, mas da probabilidade. A IA transforma o texto em números (ou tokens) e literalmente calcula qual é a palavra mais provável de aparecer na sequência de outra. Tudo em tempo real.
Tendo em vista que a ferramenta não faz pesquisas, mas reconhece referências importantes online, o primeiro passo para aparecer nas respostas geradas é ter presença digital consolidada. Por isso, é fundamental fazer um diagnóstico do negócio nesse sentido. Um exercício produtivo é criar duas listas básicas: uma com o que sua empresa faz bem e com clareza na internet e outra com o que está confuso, desatualizado ou inexistente.
O conteúdo ainda é rei
Vale destacar que não é possível anunciar ou se promover no ChatGPT. As marcas aparecem nas respostas por serem mais mencionadas e bem descritas pelos usuários na internet, bem como por estarem fortemente associadas a certos temas. Isso é, a combinação de presença, vivência e contexto.
Sendo assim, o segredo está no conteúdo. É essencial produzir material que esclareça o que a marca faz, qual é o público-alvo e quais problemas ela resolve. No entanto, isso é apenas o começo, uma vez que é essencial também se aprofundar na criação de conteúdos educativos, explicativos e especializados.Nesse cenário, surge o conceito de generative engine optimization (GEO), que prioriza contexto, autoridade e clareza semântica com foco específico em aparecer nas respostas geradas por IA – seja nas ferramentas, seja nos resumos gerados pelos buscadores.
Na prática, a inteligência artificial generativa rastreia fontes bem estruturadas de conteúdo. Por isso, uma boa prática é focar a produção de pautas que demonstrem a autoridade da sua marca no assunto, como tutoriais, FAQs, artigos, guias e landing pages. O modelo base da Gen IA também reflete o que é visto como relevante dentro do tema pesquisado. Marcas que aparecem em portais de notícias, sites reconhecidos e revistas, por exemplo, tendem a ter maior legitimidade. Por consequência, maiores chances de serem referenciadas nas respostas.
O jornalismo é um grande aliado nesse sentido. Garantir presença constante em veículos consolidados – como os portais do Grupo RBS – permite às empresas fortalecer a percepção de autoridade e confiabilidade não apenas com o mercado, mas também com a inteligência artificial.
SEO e estrutura da informação
O search engine optimization (SEO) é consagrado como ferramenta de posicionamento nos resultados do Google. O que nem todo mundo sabe é que a boa indexação nos motores de busca também ajuda as marcas a aparecerem nas respostas da Gen AI. Afinal, materiais bem ranqueados são mais lidos, citados e referenciados de maneira geral na internet.
Na hora de produzir o conteúdo, atente-se a princípios práticos como uso correto de títulos e subtítulos, alinhamento da palavra-chave com o produto ou serviços, construção de textos objetivos e bem estruturados e resposta a perguntas reais do público-alvo.
Novamente, o ponto determinante é criar contexto e relacionar a marca a casos de uso genuínos. A IA aprende por padrões, e os mais fracos não são relevantes. Logo, é mais produtivo evitar o foco na palavra-chave simplesmente, e sim investir no valor do conteúdo como um todo.
Quando o retorno vem?
Ser naturalmente referenciado no ChatGPT é um processo de longo prazo. Esse marco está relacionado à capacidade de construir comunicação consistente com conteúdos frequentes e atualizados. Em paralelo, garantir que essas produções apareçam em diferentes canais e mídias também fará diferença dentro do objetivo.
Caminho sem volta, as ferramentas de inteligência artificial generativa inspiram uma mudança de mentalidade dentro das empresas. Se a sua ainda não começou, esse é o momento ideal para repensar estratégias de marketing e negócios.
O Grupo RBS oferece uma solução completa de conteúdo para marcas, desenvolvida por um time de profissionais especializados em produção editorial. Com foco em SEO e na credibilidade dos veículos do grupo, como o GZH, sua marca conta com informação confiável e bem construída para ampliar a relevância digital e alcançar melhores resultados.
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