A partir de segunda-feira (10), a série de reportagens “60 Anos de Bons Negócios” mostrará as principais mudanças na cidade que aconteceram a partir dos anos 1950
Durante esta semana, a partir de segunda-feira (10), o Jornal do Almoço Criciúma, da RBS TV, conta um pouco da história do comércio da cidade do sul de Santa Catarina com a série “60 Anos de Bons Negócios”.
A primeira reportagem da série retrata os primeiros comerciantes da década de 1950, quando a atividade prosperou. A praça ainda era de chão batido, a comunicação não era fácil e o telefone era a manivela. Um dos personagens da época, João Benedet, sabe muito bem que naquela época as coisas não eram nada fáceis. Ele conta que nos dias de chuva a praça virava um pântano e eles tinham que usar botas de borracha para trabalhar. Além disso, os comerciantes tinham dificuldade para comprar as mercadorias.
Com o passar dos anos muita coisa mudou. Na década de 1970, a praça ganhou pavimentação e as ruas ao redor dela se transformaram em um calçadão. As melhorias atraíram ainda mais lojistas. Na segunda reportagem da série, será mostrado um dos períodos mais prósperos do setor varejista: as décadas de 1970 e 1980. A mineração, que na época era a atividade que mais gerava renda, contribuiu para o crescimento do comércio. Foi neste período que foi inaugurado o primeiro shopping center, que na época era o segundo do Estado.
A terceira reportagem aborda a crise do carvão nos anos 1990, que refletiu diretamente no varejo. O comércio da Praça Nereu Ramos, que sempre foi considerado o coração da cidade, passou por dificuldades. Além disso, depois de 40 anos o calçadão começou a apresentar os sinais do tempo e muita gente parou de investir no centro. Este ano a Praça foi revitalizada, ganhou cara nova e o comércio já sente os efeitos positivos.
A série termina mostrando os desafios para o futuro de Criciúma e o que deve ser feito para incrementar a atividade responsável por 20% do PIB do município. Este ano o setor cresceu 6% em relação ao ano passado, mas a categoria quer muito mais.
A série conta com produção e reportagem de Janine Limas, edição de José Carlos Martins Neto e imagens de Eduardo Amador e Rogério Danielski.